Você sente que seu filho tem um mundo de ideias para contar, mas as palavras parecem “presas” ou trocadas?
Se você precisa traduzir o que ele diz para outras pessoas, você não está sozinha nessa jornada.

Sinais de Alerta (O que observar)
Nem toda troca de letras é “fofinha” ou passageira. Aos 3 anos, a fala já deve ser compreensível para pessoas fora do círculo familiar. Fique atento se o seu filho:
- Substitui sons: Troca o “R” pelo “L” (palado em vez de parado) de forma persistente.
- Omite fonemas: “Esquece” partes das palavras (aua em vez de água).
- Sente frustração: Desiste de falar ou se isola por não ser compreendido.
A Redução de Risco (Como funciona a primeira sessão)
Entendemos que trazer seu filho ao consultório pode gerar ansiedade. Por isso, o acolhimento da Adriana Pavone é pautado no lúdico:
- Avaliação Leve: Não é um exame rígido. Através de brincadeiras e interação, a Adriana identifica a origem da dificuldade (se orgânica ou funcional).
- Olhar experiente: A experiência permite um diagnóstico preciso e rápido, evitando terapias desnecessariamente longas.
- Plano de Voo: Você sai da primeira sessão entendendo exatamente o que está acontecendo e qual o caminho para a evolução do seu filho.
Resultados Esperados
O objetivo vai além de “falar certo”. Buscamos:
- Autonomia: Seu filho seguro para conversar com colegas e professores.
- Prevenção: Evitar dificuldades futuras na alfabetização (quem fala com trocas, tende a escrever com trocas).
- Paz de espírito: A certeza de que você deu ao seu filho a ferramenta mais importante da vida: a comunicação.





